ALGUMAS FOTOS DE CRUELDADES
COM TESTES COM
ANIMAIS EM LABORATÓRIOS
MAIS UMA VAIDADE À
CUSTA DO SOFRIMENTO DOS ANIMAIS
Almíscar
Perfume agradável, cheiroso... origem: sofrimento de animais!
Este simpático animal, o almiscareiro (Moschus moschiferus), mamífero da família
dos cervídeos, originário da Ásia e da África, é provido de
uma glândula em seu ventre que secreta uma substância odorífera
denominada almíscar.
Recente Investigação da WSPA revela mais uma crueldade, similar
à dos ursos da China, para produzir perfumes à base de almíscar.
O animal capturado fica até 15 anos na mesma posição, sendo
manipulado apenas para retirada do líquido que produz o perfume.
Divulguem!!
Muitos usam perfumes ou outros produtos que contém essa substância
sem saber da sua origem!!
Boicote é
o primeiro passo para ajudar. Não usem produtos que contenham
almíscar natural!
As fotos foram extraídas do site da WSPA.
50
Conseqüências Fatais da Experimentação em Animais
01)
Pensava-se que fumar não provocava câncer, porque câncer relacionado
ao fumo é difícil de ser reproduzido em animais de laboratório.
As pessoas continuam fumando e morrendo de câncer. (2)
02) Embora haja evidências clínicas e epidemiológicas de que
a exposição à benzina causa leucemia em humanos, a substância
não foi retida como produto químico industrial. Tudo porque
testes apoiados pelos fabricantes para reproduzir leucemia em
camundongos a partir da exposição à benzina falharam. (1)
03) Experimentos em ratos, hamsters, porquinhos-da-índia e macacos
não revelaram relação entre fibra de vidro e câncer. Não até
1991, quando, após estudos em humanos, a OSHA - Occupational,
Safety and Health Administration - os rotulou de cancerígenos
(1)
04) Apesar de o arsênico ter sido reconhecido como substância
cancerígena para humanos por várias décadas, cientistas encontraram
poucas evidências em animais. Só em 1977 o risco para humanos
foi estabelecido (6), após o câncer ter sido reproduzido em
animais de laboratório. (7) (8) (9)
05) Muitas pessoas expostas ao amianto morreram, porque cientistas
não conseguiram produzir câncer pela exposição da substância
em animais de laboratório.
06) Marca-passos e válvulas para o coração tiveram seu desenvolvimento
adiado, devido a diferenças fisiológicas entre humanos e os
animais para os quais os aparelhos haviam sido desenhados.
07) Modelos animais de doenças cardíacas falharam em mostrar
que colesterol elevado e dieta rica em gorduras aumentam o risco
de doenças coronárias. Em vez de mudar hábitos alimentares para
prevenir a doença, as pessoas mantiveram seus estilos de vida
com falsa sensação de segurança. 08) Pacientes receberam medicamentos
inócuos ou prejudiciais à saúde, por causa dos resultados de
modelos de derrame em animais.
09) Erroneamente, estudos em animais atestaram que os Bloqueadores
Beta não diminuiriam a pressão arterial em humanos, o que evitou
o desenvolvimento da substância (10) (11) (12). Até mesmo os
vivisseccionistas admitiram que os modelos de hipertensão em
animais falharam nesse ponto. Enquanto isso, milhares de pessoas
foram vítimas de derrame.
10) Cirurgiões pensaram que haviam aperfeiçoado a Keratotomia
Radial (cirurgia para melhorar a visão) em coelhos, mas o procedimento
cegou os primeiros pacientes humanos. Isso porque a córnea do
coelho tem capacidade de se regenerar internamente, enquanto
a córnea humana se regenera apenas superficialmente. Atualmente,
a cirurgia é feita apenas na superfície da córnea humana.
11) Transplantes combinados de coração e pulmão também foram
"aperfeiçoados" em animais, mas os primeiros três pacientes
morreram nos 23 dias subseqüentes à cirurgia (13). De 28 pacientes
operados entre 1981 e 1985, 8 morreram logo após a cirurgia,
e 10 desenvolveram Bronquiolite Obliterante , uma complicação
pulmonar que os cães submetidos aos experimentos não contraíram.
Dos 10, 4 morreram e 3 nunca mais conseguiram viver sem o auxílio
de um respirador artificial. Bronquiolite obliterante passou
a ser o maior risco da operação (14)
12) Ciclosporin A inibe a rejeição de órgãos e seu desenvolvimento
foi um marco no sucesso dos transplantes. Se as evidências irrefutáveis
em humanos não tivessem derrubado as frágeis provas obtidas
com testes em animais, a droga jamais teria sido liberada. (15)
13)
Experimentos em animais falharam em prever toxidade nos rins
do anestésico geral metoxyflurano. Muitas pessoas que receberam
o medicamento perderam todas as suas funções renais.
14) Testes em animais atrasaram o início da utilização de relaxantes
musculares durante anestesia geral.
15) Pesquisas em animais não revelaram que algumas bactérias
causam úlceras, o que atrasou o tratamento da doença com antibióticos.
16) Mais da metade dos 198 medicamentos lançados entre 1976
e 1985 foram retirados do mercado ou passaram a trazer nas bulas
efeitos colaterais, que variam de severos a imprevisíveis (16).
Esses efeitos incluem complicações como disritmias letais, ataques
cardíacos, falência renal, convulsões, parada respiratória,
insuficiência hepática e derrame, entre outros.
17) Flosin (Indoprofeno), medicamento para artrite, testado
em ratos, macacos e cães, que o toleraram bem. Algumas pessoas
morreram após tomar a droga.
18) Zelmid, um antidepressivo, foi testado sem incidentes em
ratos e cães. A droga provocou sérios problemas neurológicos
em humanos.
19) Nomifensina, um outro antidepressivo, foi associado a insuficiência
renal e hepática, anemia e morte em humanos. Testes realizados
em animais não apontaram efeitos colaterais.
20) Amrinone, medicamento para insuficiência cardíaca, foi testado
em inúmeros animais e lançado sem restrições. Humanos desenvolveram
trombocitopenia, ou seja, ausência de células necessárias para
coagulação.
21) Fialuridina, uma medicação antiviral, causou danos no fígado
de 7 entre 15 pessoas. Cinco acabaram morrendo e as outras duas
necessitaram de transplante de fígado. (17) A droga funcionou
bem em marmotas. (18) (19)
22)
Clioquinol, um antidiarréico, passou em testes com ratos, gatos,
cães e coelhos. Em 1982 foi retirado das prateleiras em todo
o mundo após a descoberta de que causa paralisia e cegueira
em humanos.
23) A medicação para a doença do coração Eraldin provocou 23
mortes e casos de cegueira em humanos, apesar de nenhum efeito
colateral ter sido observado em animais. Quando lançado, os
cientistas afirmaram que houve estudos intensivos de toxidade
em testes com cobaias. Após as mortes e os casos de cegueira,
os cientistas tentaram sem sucesso desenvolver em animais efeitos
similares aos das vítimas. (20)
24) Opren, uma droga para artrite, matou 61 pessoas. Mais de
3500 casos de reações graves têm sido documentados. Opren foi
testado sem problemas em macacos e outros animais.
25) Zomax, outro medicamento para artrite, matou 14 pessoas
e causou sofrimento a muitas.
26) A dose indicada de isoproterenol, medicamento usado para
o tratamento de asma, funcionou em animais. Infelizmente, foi
tóxico demais para humanos, provocando na Grã-Bretanha a morte
de 3500 asmáticos por overdose. Os cientistas ainda encontram
dificuldades de reproduzir resultados semelhantes em animais.
(21) (22) (23) (24) (25) (26)
27) Metisergide, medicamento usado para tratar dor de cabeça,
provoca fibrose retroperitonial ou severa obstrução do coração,
rins e veias do abdômen. (27) Cientistas não estão conseguindo
reproduzir os mesmos efeitos em animais. (28)
28) Suprofen, uma droga para artrite, foi retirada do mercado
quando pacientes sofreram intoxicação renal. Antes do lançamento
da droga, os pesquisadores asseguraram que os testes tiveram
(29) (30) "perfil de segurança excelente, sem efeitos cardíacos,
renais ou no SNC (Sistema Nervoso Central) em nenhuma espécie".
29) Surgam, outra droga para artrite, foi designada como tendo
fator protetor para o estômago, prevenindo úlceras, efeito colateral
comum de muitos medicamentos contra artrite. Apesar dos resultados
em testes feitos em animais, úlceras foram verificadas em humanos
(31) (32).
30)
O diurético Selacryn foi intensivamente testado em animais.
Em 1979, o medicamento foi retirado do mercado depois que 24
pessoas morrerem por insuficiência hepática causada pela droga.
(33) (34)
31) Perexilina, medicamento para o coração, foi retirado do
mercado quando produziu insuficiência hepática não foi prognosticada
em estudos com animais. Mesmo sabendo que se tratava de um tipo
de insuficiência hepática específica, os cientistas não conseguiram
induzi-la em animais. (35)
32) Domperidone, droga para o tratamento de náusea e vômito,
provocou batimentos cardíacos irregulares em humanos e teve
que ser retirada do mercado. Cientistas não conseguiram produzir
o mesmo efeito em cães, mesmo usando uma dosagem 70 vezes maior.
(36) (37)
33) Mitoxantrone, usado em um tratamento para câncer, produziu
insuficiência cardíaca em humanos. Foi testado extensivamente
em cães, que não manifestaram os mesmos sintomas. (38) (39)
34) A droga Carbenoxalone deveria prevenir a
formação de úlceras gástricas, mas causou retenção de água a
ponto de causar insuficiência cardíaca em alguns pacientes.
Depois de saber os efeitos da droga em humanos, os cientistas
a testaram em ratos, camundongos, macacos e coelhos, sem conseguirem
reproduzir os mesmos sintomas. (40) (41)
35) O antibiótico Clindamicyn é responsável por uma condição
intestinal em humanos chamada colite pseudomembranosa. O medicamento
foi testado em ratos e cães, diariamente, durante um ano. As
cobaias toleraram doses 10 vezes maiores que os seres humanos.
(42) (43) (44)
36) Experiências em animais não comprovaram a eficácia de drogas
como o valium, durante ou depois de seu desenvolvimento (45)
(46)
37) A companhia farmacêutica Pharmacia & Upjohn
descontinuou testes clínicos dos comprimidos de Linomide (roquinimex)
para o tratamento de esclerose múltipla, após oito dos 1200
pacientes sofrerem ataques cardíacos em conseq¸ência da medicação.
Experimentos em animais não previram esse risco.
38) Cylert (pemoline), um medicamento usado no tratamento de
Déficit de Atenção/Hiperatividade, causou insuficiência hepática
em 13 crianças. Onze delas ou morreram ou precisaram de transplante
de fígado.
39) Foi comprovado que o Eldepryl (selegilina), medicamento
usado no tratamento de Doença de Parkinson, induziu um grande
aumento da pressão arterial dos pacientes. Esse efeito colateral
não foi observado em animais, durante o tratamento de demência
senil e desordens endócrinas.
40) A combinação das drogas para dieta fenfluramina e dexfenfluramina
- ligadas a anormalidades na válvula do coração humano - foram
retiradas do mercado, apesar de estudos em animais nunca terem
revelado tais anormalidades. (47)
41) O medicamento para diabetes troglitazone, mais conhecido
como Rezulin, foi testado em animais sem indicar problemas significativos,
mas causou lesão de fígado em humanos. O laboratório admitiu
que ao menos um paciente morreu e outro teve que ser submetido
a um transplante de fígado. (48)
42) Há séculos a planta Digitalis tem sido usada no tratamento
de problemas do coração. Entretanto, tentativas clínicas de
uso da droga derivada da Digitalis foram adiadas porque a mesma
causava pressão alta em animais. Evidências da eficácia do medicamento
em humanos acabaram invalidando a pesquisa em cobaias. Como
resultado, a digoxina, um análogo da Digitalis, tem salvo inúmeras
vidas. Muitas outras pessoas poderiam ter sobrevivido se a droga
tivesse sido lançada antes. (49) (50) (51) (52)
43) FK506, hoje chamado Tacrolimus, é um agente anti-rejeição
que quase ficou engavetado antes de estudos clínicos, por ser
extremamente tóxico para animais. (53) (54) Estudos em cobaias
sugeriram que a combinação de FK506 com cyclosporin potencializaria
o produto. (55) Em humanos ocorreu exatamente o oposto. (56)
44) Experimentos em animais sugeriram que os corticosteróides
ajudariam em casos de choque séptico, uma severa infecção sang¸ínea
causada por bactérias. (57) (58). Em humanos, a reação foi diferente,
tendo o tratamento com corticosteróides aumentado o índice de
mortes em casos de choque séptico. (59)
45) Apesar da ineficácia da penicilina em coelhos,
Alexander Fleming usou o antibiótico em um paciente muito doente,
uma vez que ele não tinha outra forma de experimentar. Se os
testes iniciais tivessem sido realizados em porquinhos-da-índia
ou em hamsters, as cobaias teriam morrido e talvez a humanidade
nunca tivesse se beneficiado da penicilina. Howard Florey, ganhador
do Premio Nobel da Paz, como co-descobridor e fabricante da
penicilina, afirmou: "Felizmente não tínhamos testes em animais
nos anos 40. Caso contrário, talvez nunca tivéssemos conseguido
uma licença para o uso da penicilina e, possivelmente, outros
antibióticos jamais tivessem sido desenvolvidos.
46) No início de seu desenvolvimento, o flúor ficou retido como
preventivo de cáries, porque causou câncer em ratos. (60) (61)
(62)
47) As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado
depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de
pessoas sofreram com o resultado (*nota do tradutor: A Talidomina
foi desenvolvida em 1954 destinada a controlar ansiedade, tensão
e náuseas. Em 1957 passou a ser comercializada e em 1960 foram
descobertos os efeitos teratogênicos provocados pela droga,
quando consumida por gestantes: durante os 3 primeiros meses
de gestação interfere na formação do feto, provocando a focomelia
que é o encurtamento dos membros junto ao tronco, tornando-os
semelhantes aos de focas.)
48) Pesquisas em animais produziram dados equivocados sobre
a rapidez com que o vírus HIV se reproduz. Por causa do erro
de informação, pacientes não receberam tratamento imediato e
tiveram suas vidas abreviadas.
49) De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram
o desenvolvimento da vacina contra o pólio. A primeira vacina
contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou
as pessoas que receberam a aplicação.
50) Muitos pesquisadores que trabalham com animais ficam doentes
ou morrem devido à exposição a microorganismos e agentes infecciosos
inofensivos para animais, mas que podem ser fatais para humanos,
como por exemplo o vírus da Hepatite B. Tempo, dinheiro e recursos
humanos devotados aos experimentos com animais poderiam ter
sido investidos em pesquisas com base em humanos. Estudos clínicos,
pesquisas in-vitro, autópsias, acompanhamento da droga após
o lançamento no mercado, modelos computadorizados e pesquisas
em genética e epidemiologia não apresentam perigo para os seres
humanos e propiciam resultados precisos.
Tempo,
dinheiro e recursos humanos devotados aos experimentos com animais
poderiam ter sido investidos em pesquisas com base em humanos.
Estudos clínicos, pesquisas in-vitro, autópsias, acompanhamento
da droga após o lançamento no mercado, modelos computadorizados
e pesquisas em genética e epidemiologia não apresentam perigo
para os seres humanos e propiciam resultados precisos.
Importante salientar que experiências em animais têm exaurido
recursos que poderiam ter sido dedicados à educação do público
sobre perigos para a saúde e como preservá-la, diminuindo assim
a incidência de doenças que requerem tratamento.
Experimentação Animal não faz sentido. A prevenção de doenças
e o lançamento de terapias eficazes para seres humanos está
na ciência que tem como base os seres humanos.
VOLTAR
A CRUELDADES